Senhor do Bonfim: 14 anos de escuridão, abandono e de destruição

0
80

FB_IMG_1420204151636Bonfim foi governada por 12 anos pelo PT, onde se tinha o governo estadual e  federal ao seu lado e que nesse período a nossa cidade viveu o mais completo abandono por todos os gestores, seja na esfera municipal, estadual ou federal. Vimos Bonfim perder prestígio, órgãos e novos empreendimentos para nossos vizinhos Juazeiro, Campo Formoso e Jacobina. Um ex prefeito, ex secretário de estado e ex deputado que  por não gozar de prestígio com o governador do seu partdido ou por incompetência mesmo, não conseguiu absolutamente nada pra Bonfim e região, a não ser promessa. E foram tantas promessas não cumpridas, que o povo bonfinense cansado e humilhado votou maciçamente em Dr. Correia para que assim, colocasse a nossa cidade nos trilhos. Infelizmente, o povo de Bonfim não tem sorte com homens públicos,  já na nomeação dos seus secretários, percebeu-se que  90% da sua equipe era formada por pessoas despreparadas, incompetentes e sem compromisso com a coisa pública, com a cidade e com o povo em geral. Hoje, completando dois anos da gestão “uma nova realidade” percebemos que a realidade atual é um caos e que a nossa querida Bonfim se encontra completamente abandonada, com um prefeito omisso e um secretariado desqualificado, estamos vendo a nossa cidade literalmente morrer a cada dia e a população, principalmente  a mais pobre sofrer a míngua sem poder contar com ninguém, a não ser com Deus. Agora eu lhes pergunto: cadê a Câmara de Vereadores, cadê o Ministério Público, cadê as entidades de classe, cadê a sociedade civil, Lions, Rotary, Maçonaria, OAB, CDL, Associação Comercial, ONGS e etc.??

Ainda vamos conviver 2015 e 2016 e espero que essas entidades e autoridades tomem algumas providência para o bem de todos, pois a população  não aguentará 16 anos de total descasso em nossa querida Senhor do Bonfim.
Estarei torcendo para que em 2016 apareça um nome novo na política bonfinense, ficha limpa, empreendedor e gestor de formação.

*Por Marco Bartilotti

SEM COMENTÁRIO