Atenção: “Golpe do Português” pode estar em prática em Sr. do Bonfim e região

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Na manhã desta terça-feira (24), leitores do site BonfimNoticias.com, em contato com nossa redação, nos informou de um homem que esteja possivelmente tentando aplicar o já conhecido “Golpe do Português”, está rondando o centro e bairros de Senhor do Bonfim. Você pode conhecer mais sobre o golpe através do vídeo e notícias que coletamos e publicamos abaixo.

Elemento anda aplicando “Golpe do Português” no Nordeste

golpeee“Bem vestido, super carismático e gentil, sotaque português, pele clara e aparentando ter 40 anos”. Assim é descrito o estelionatário que aplicou o chamado “Golpe do Português” em várias pessoas em Cajazeiras Paraíba.

O golpe recém-chegado na região e “desconhecido até por alguns delegados”, como relata a vítima, é bem tramado e acima de qualquer suspeita. “Um golpe com selo europeu”.

A reportagem do Sertão da Paraíba foi informada deste fato depois de várias queixas de pessoas que foram lesadas por um homem identificado por Piter trajando roupa famosa de óculos escuros e com sotaque português utilizando um modelo Focus de cor preta, o homem de meia idade, se apresentou como representante comercial e pediu permissão para exibir seus produtos “finos e recentemente expostos em uma feira”.

Sem desconfiar de nada a vítima conta que permitiu a entrada dele. A primeira peça a ser oferecida foi um faqueiro importado da marca Solinger, “banhada a ouro”. Na sequência, o golpista apresenta um “lindo casaco de couro legítimo”. Os preços iniciais – fora da realidade de muitos – causa espanto ao docente que responde negativamente às ofertas além de bolsas de viagem.

Entretanto, essa é apenas mais uma etapa da trama. O golpista explica que o acervo é composto por peças nobres, mas logo trata de reduzir – lentamente – a pedida inicial, sobre a justificativa de que são peças remanescentes da exposição e que não compensa regressar a Portugal como elas, devido aos altos impostos alfandegários. O “show” segue. Como prova de qualidade, o homem “põe fogo no casaco” despertando, ainda mais, o interesse do cliente que a esta altura já está seduzido pelos preços quase quatro vezes menor do valor ofertado no mercado convencional.

A vítima conta que decidiu adquirir um faqueiro, casaco, além de uma mala. O valor de R$ 4 mil foi pago em dinheiro e cheque. Era a consolidação de mais um golpe. Cordial e atencioso, o homem se despede informando, “como quem conversa com amigos”, que partirá para sua terra natal nos próximos dias. Instantes depois a vítima procura se certificar de que teria feito um bom negócio e pesquisa na internet os preços e produtos adquiridos. Logo nas primeiras buscas, a certeza de que ele teria comprado gato por lebre, ou, plástico sintético chinês por couro legítimo. Ao avançar nas buscas, o educador encontra depoimentos de outras centenas de vítimas Brasil a fora e toma consciência do golpe.

O golpe só não foi concretizado, pois a vítima conseguiu localizar o homem e obrigou a desfazer o negócio. Esse caso foi flagrado por policiais apaisana que nada puderam fazer, pois a vítima não quis prestar queixa na delegacia. Já o golpista vendedor de ilusões partiu tomando rumo ignorado para não ser mais visto na Terra do Padre Rolim.

*Do SertaoDaParaiba

 

Polícia Militar Alerta para Golpe aplicado por um cidadão português – vendendo roupas importadas

No dia 20/04 por volta de 18h00min, compareceu à 172ª Cia PM, uma vítima de estelionato, mais especificamente o “Golpe do Português”.  A vítima alegou que em data de ontem, 18/04/2013, foi procurada por um cidadão, bem vestido, meia idade, de cor clara, estatura mediana, com sotaque de português, estando em um veículo novo, de cor preta, sem mais dados, alegando ser comerciante de artigos de couro legítimo.  O cidadão fez vários testes com fogo, simulando que o material seria realmente couro, conseguindo iludir a vitima, que acreditando que o cidadão falava a verdade adquiriu várias peças (jaquetas), pagando pelos produtos a quantia de R$ 6.000,00, através de cartão de crédito, sendo R$ 1.000,00 no débito e outros R$ 5.000,00 no crédito.

O golpista apresentou uma máquina de cartão de crédito e ele mesmo passou o cartão da vítima. O crédito foi consignado para “ORLANDO CAMILO MENDES, RUA CACHOEIRA DE MACACU, APARTAMENTO 101, RIO DAS OSTRAS, CNPJ 14.491.109/0001-83. Tentei consultar o nome acima em nossa sistema ISP, mas não deu consulta, pesquisei o nome na Internet, e obtive o seguinte resultado: “00048 – 0069981.51.2012.8.13.0134

Pesquisando sobre a marca REPORTAGE na Internet, aprecem vários vídeos desse golpe aplicado em Boa Esperança, parece que há uma quadrilha agindo por todo Brasil, e outras vítimas podem cair nesse golpe, por isso encaminho essa msg de alerta, fineza divulgar a todos.

*Do DiarioDoPontal

 

 

Cuidado não caia no golpe do couro falso – R.G.A Reportage Collection

Na terça-feira (11) um individuo muito bem vestido e a bordo de uma Sportage azul placa AUK-4081 Curitiba, estava vendendo jaquetas da marca RGA Reportage, informando que as mesmas eram de couro. A conversa do individuo que usava o nome de Ramires, informando que era chileno e estava no Brasil para uma palestra a convite do reitor da UNIVALI, e que tinha algumas jaquetas que trouxe na viagem e o mesmo não tinha as vendido.

O individuo era tão profissional para aplicar o golpe que já chegava colocando fogo no material com um isqueiro, e falava que as jaquetas ele estava vendendo por R$ 1000,00, mas como só tinham sobrado algumas peças ele vendia 5 por 10, chegou a oferecer 12 por R$ 1200,00, e informava que uma jaqueta semelhante custava cerca de R$ 1500,00 nas lojas e o que encarecia era as taxas de importação.

Acabei gostando de uma jaqueta e pagando por ela R$ 150,00. O modelo, corte e costura do material são impecáveis o que demonstrava realmente ser de boa qualidade. Só fui descobrir que de couro nada tinha quando olhei no interior dos bolsos e vi que era o famoso couro vegetal (material sintético que imita perfeitamente o couro).

Não sei como cai no golpe, mas o individuo era ¨inteligente¨ para o crime, conseguiu me evolver com a conversa, tinha amplo conhecimento geral. Não sei se foi pela conversa dele ou pelo meu cansaço, acabei entrando na onda dele e comprando uma jaqueta de material sintético achando que era couro.

*Do BlogOlhando.com

 

Cuidado, tem golpe novo na praça: “Golpe do Português”

“Bem vestido, super carismático e gentil, sotaque português, pele clara e aparentando ter  40 anos”. Assim  é descrito o estelionatário que aplicou o chamado “Golpe do Português” em um professor das cidades de Juazeiro do Norte e Iguatu. O golpe recém-chegado na região e “desconhecido até por alguns delegados”, como relata a vítima, é bem tramado e acima de qualquer suspeita. “Um golpe com selo europeu”, conta a docente.

Ao meio dia de domingo (29), dois homens em um veículo preto importado, com placas de Brasília (DF) chegaram até a residência do professor, em um dos bairros nobres do Crato e acionaram o interfone chamando-o pelo nome. Trajando terno de uma famosa grife italiana (Armani), gravata, óculos escuros e com sotaque português, o homem de meia idade, se apresentou como representante comercial e pediu permissão para exibir seus produtos “finos e recentemente expostos em uma feira”.

Sem desconfiar de nada, o professor conta que permitiu a entrada de um deles – o outro permaneceu dentro do veículo, no lado de fora da residência – reservando-lhe algum tempo para que o estelionatário demonstrasse a suposta qualidade dos produtos ofertados. A primeira peça a ser oferecida foi um faqueiro importado da marca Solinger, “banhada a ouro”. Na sequência, o golpista apresenta um “lindo casaco de couro legítimo”. Os preços iniciais – fora da realidade de muitos – causa espanto ao docente que responde negativamente às ofertas.

Entretanto, essa é apenas mais uma etapa da trama. O golpista explica que o acervo é composto por peças nobres, mas logo trata de reduzir – lentamente – a pedida inicial, sobre a justificativa de que são peças remanescentes da exposição e que não compensa regressar a Portugal como elas, devido aos altos impostos alfandegários. O “show” segue. Como prova de qualidade, o homem “põe fogo no casaco” despertando, ainda mais, o interesse do cliente que a esta altura já está seduzido pelos preços quase quatro vezes menor do valor ofertado no mercado convencional.

A vítima conta que decidiu adquirir um faqueiro, casaco, além de uma mala. O valor de R$ 6 mil foi pago em dois cheques. Era a consolidação de mais um golpe. Cordial e atencioso, o homem se despede informando, “como quem conversa com amigos”, que partirá para sua terra natal nos próximos dias. Instantes depois a vítima procura se certificar de que teria feito um bom negócio e pesquisa na internet os preços e produtos adquiridos. Logo nas primeiras buscas, a certeza de que ele teria comprado gato por lebre, ou, plástico sintético chinês por couro legítimo. Ao avançar nas buscas, o educador encontra depoimentos de outras centenas de vítimas Brasil a fora e toma consciência do golpe.

O professor conta que prestou queixa na polícia e acionou o banco para cancelamento dos cheques. Na tarde de ontem (30), o golpista voltou a ligar para o educador, questionando-o sobre os cheques. Ao ser informado que a polícia já teria sido acionada, o estelionatário desliga, mas sem antes dizer: “vou deixar a cargo da administradora do carro”, referindo-se ao veículo usado na abordagem que, segundo ele, seria alugado.

Apesar de ser um golpe novo, o professor acredita que outras pessoas já foram vítimas, considerando a divulgação de suma importância para evitar outros acontecimentos deste tipo. “Na escola em que trabalho, tive conhecimento que duas pessoas foram vítimas [ambas na cidade de Juazeiro do Norte]. O modo de agir foi rigorosamente o mesmo. Então, é divulgando que iremos prevenir outras ações e chegar até o paradeiro desses estelionatários”, finaliza.

*Do PortalBelmonte

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