Infantino se esquiva sobre aumentar seleções na Copa e promete melhorar finanças da Fifa

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Eleito nesta sexta-feira presidente da Fifa, o suíço Gianni Infantino, 45, se esquivou na primeira entrevista coletiva que deu como dirigente máximo da entidade. Ao ser questionado sobre o plano de governo na Fifa e a polêmica proposta feita por ele de aumentar o número de participantes da Copa do Mundo, respondeu apenas a primeira.

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“Eu quero trabalhar com todos vocês juntos para reerguer a Fifa em uma nova era. Vamos colocar o futebol no centro do palco. Vamos deixar para trás os momentos tristes e de crise”, disse Infantino, em sua primeira declaração.

“Terei quatro anos [de mandato]. Até 2020 quero ver uma liga do Caribe, quero ver escolinhas na África e na Oceania e as pessoas olhando para a Fifa como uma entidade que ajuda as crianças a sorrirem”, disseo cartola, que poderá disputar duas reeleições.

Infantino também disse que conduzirá um reformulação financeira na entidade, cortando custos e tentando aumentar a arrecadação. “Temos que ver como vamos investir o dinheiro. Temos que ver como reduzir custos. E isso pode ser feito facilmente. Já tenho experiência profissional nesse sentido. Vou conversar com parceiros comerciais, patrocinadores e canais de TV. Acho que a arrecadação da Fifa vai aumentar. É possível fazer isso.”

Ex-secretário da Uefa na gestão de Michel Platini e eleito com 115 votos, o suíço disse que não será o “presidente da Europa” na Fifa, prometendo ajudar todas as confederações.

“Foi uma eleição e não uma guerra. Foi uma competição esportiva. Eu tenho ótimas relações. A primeira competição internacional que eu compareci foi uma Copa da África. Tenho grandes amizades na África. A eleição já acabou e agora viramos a página. Não sou candidato da Europa e de nenhum outro lugar. Sou candidato do futebol”, diz Infantino.

*Do MsnNoticias

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