Comerciantes de Juazeiro fazem protesto pela reabertura do comércio

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Comerciantes de Juazeiro, no norte da Bahia, realizaram na manhã dessa sexta-feira, 22, uma manifestação em frente ao Paço Municipal, pedindo a reabertura do comércio, que está fechado desde o dia 24 de março, como medida restritiva, determinada em decreto municipal, para evitar a proliferação do novo coronavírus.

Os manifestantes se concentraram na Praça Cordeiro de Miranda, conhecida como Santiago Maior, e depois seguiram para o Paço Municipal, de onde saíram em caminhada pelas ruas da cidade.

Participaram da manifestação, além de alguns comerciantes e comerciários, adversários políticos da gestão municipal que, com cartazes pediam o “Fora Comunismo”. Os manifestantes usavam máscaras e tentaram manter algum distanciamento. De acordo com a Polícia Militar, o protesto foi pacífico.

Em um novo decreto municipal publicado no último dia 08, o Prefeito Paulo Bomfim prorrogou o fechamento do comércio e de outros serviços não essenciais até o dia 30 de maio. O prefeito declarou que o objetivo da gestão neste momento não é o de acabar com a economia da cidade, mas sim, o de “Salvar vidas”.

Em Juazeiro o Ministério Público silenciou em relação ao protesto que contraria o Decreto Municipal. Não houve nenhum posicionamento do órgão, guardião da lei, sobre manifestações pedindo reabertura do comércio.

Petrolina

Em Petrolina também houve manifestação de lojistas, em uma carreata, pedindo a reabertura do comércio da cidade, que está fechado desde o dia 20 de março. Medida preventiva da gestão municipal e do Governo de Pernambuco.

Na cidade vizinha os Ministérios Públicos de Pernambuco, do Trabalho e Federal, se manifestaram sobre o protesto, orientando a gestão a cumprir todas as normas determinadas pelo governador Paulo Câmara, para evitar aglomerações na cidade, bem como, sobre funcionamento de várias atividades econômicas.  A orientação foi a mesma para os comandantes do Batalhão de Polícia Militar e do Biesp. O documento elaborado pelos órgãos, cita a intervenção das forças policiais, se necessário para conter as aglomerações em Petrolina, como já está previsto no decreto assinado pelo governador Paulo Câmara.

Petrolina já registra, até o momento, 6 óbitos por covid-19.

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